Os nematoides são verdadeiros inimigos ocultos do produtor rural. Responsáveis por perdas severas de produtividade, eles atacam diretamente o sistema radicular das plantas. Para realizar um manejo eficiente e proteger o seu canavial, o primeiro passo é indispensável: realizar uma análise de nematoides em cana-de-açúcar com alta precisão.
Mas você sabia que a eficácia dessa análise laboratorial depende inteiramente de como a amostra de solo é coletada e transportada?
Para evitar diagnósticos mascarados e prejuízos financeiros, preparamos este conteúdo com base nas orientações técnicas do Me. Jorge Bleno, pesquisador especialista em nematoides da Staphyt Brasil.
O impacto de uma amostragem de solo incorreta no manejo de pragas
Muitos produtores e usinas investem alto em defensivos e biológicos, mas cometem falhas críticas na etapa inicial de amostragem. Uma amostra de solo exposta ao sol, acondicionada incorretamente ou que demora a chegar ao laboratório resultará na morte dos microrganismos antes mesmo da análise.
O resultado? O laudo apontará uma população de nematoides muito inferior à realidade do campo, levando a um manejo subdimensionado que custará caro no momento da colheita.
Passo a Passo: Como enviar amostras de solo para o laboratório de nematologia
No vídeo divulgado pela Staphyt Brasil, o especialista Jorge Bleno detalha as boas práticas para o envio do material. Confira os pontos cruciais para manter a integridade das suas amostras:
1. Acondicionamento que preserva a umidade
Os nematoides dependem da umidade do solo para sobreviver. Portanto, as amostras coletadas no canavial devem ser imediatamente colocadas em sacos plásticos resistentes, devidamente vedados. Isso evita o ressecamento da terra durante o trajeto.
2. Controle rigoroso de temperatura no transporte
O calor excessivo é letal para esses organismos.
Atenção: Nunca deixe as sacolas de solo na carroceria da caminhonete sob o sol ou dentro da cabine quente.
O transporte ideal exige o uso de caixas térmicas (caixas de isopor) para garantir que a temperatura da amostra se mantenha estável desde a fazenda até a chegada ao laboratório.
3. Identificação completa e precisa
Uma etiqueta bem preenchida evita misturas e erros de diagnóstico. Cada amostra de solo deve conter informações claras presas à parte externa do saco plástico, incluindo:
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Nome da propriedade e do produtor;
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Identificação exata do talhão;
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Variedade da cana-de-açúcar cultivada;
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Histórico recente da área (culturas anteriores e manejo).
4. Agilidade logística
O tempo é um fator crítico na análise de nematoides. Organize a logística da sua fazenda para que o envio ao laboratório ocorra o mais rápido possível após a coleta no campo. Quanto menor o intervalo entre a retirada do solo e a extração no laboratório, mais fiel será o laudo.
Aprofunde seu conhecimento: Assista ao vídeo e baixe o guia prático
Quer ver esses processos na prática e garantir a excelência no monitoramento do seu canavial? Assista ao vídeo completo com as orientações do pesquisador Jorge Bleno:
Para padronizar esse processo na sua propriedade e não esquecer nenhuma etapa, a equipe da Staphyt preparou um material exclusivo e gratuito. Acesse o link abaixo e faça o download do Guia de Coleta de Nematoides:
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